Bastidores
O ex-deputado não desconsidera a força do bolsonarismo, mas afirma que o antipetismo, cada vez mais cristalizado, se tornou uma força política quase autônoma
O listão inclui Ronaldo Caiado, Gracinha Caiado, Aava Santiago, Adriana Accorsi, Lucas do Vale, Sandro Mabel, Márcio Corrêa, José Délio, Paulo Vitor, Bruno Peixoto e outros
Netto Reis e Tiago Noronha integram a base da prefeita. Márcio Luís da Silva e Gláucia Melo podem compor. Coronel Polidório recebeu convite para disputar. Ana Amélia pode ser a surpresa
O deputado estadual e o parlamentar eleito são os favoritos. Mas não se pode subestimar a força da máquina pública e do prefeito Dione Araújo
Com o apoio dos deputados Flávia e George Morais, o ex-prefeito tende a enfrentar Cristiano Galindo ou Gustavo Luiz Queiroz, ligados ao prefeito Marden Júnior
Filiado ao MDB e ligado ao governador Daniel Vilela, Issy Quinan tende a ser presidente da Alego. Mas Virmondes Cruvinel formou um grupo forte para a disputa
Se chegar ao partido pelas mãos de Wilder Morais, as chances do ex-prefeito serão praticamente nulas. Estão cotados para a disputa Fred Rodrigues e Major Vitor Hugo, bem votados na capital
O superfavorito é Issy Quinan, do MDB. Estão no jogo Virmondes Cruvinel, Talles Barreto, Wilder Cambão e o parlamentar de Catalão
Uma vaga tanto no Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO) quanto no Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO) pode ser posta à mesa de negociações da distribuição de cargos na nova legislatura da Assembleia Legislativa de Goiás e no novo mandato do governador reeleito Daniel Vilela (MDB).
Conforme apurado pela coluna Bastidores, a possibilidade de vacância nesses dois órgãos passou a ser discutida “a boca miúda” entre parlamentares da Alego paralelamente às articulações para a escolha do novo presidente da Casa.
A indicação de um deputado para uma cadeira de conselheiro do TCE demandaria obrigatoriamente a aposentadoria de algum integrante da Corte. Nos bastidores, já corre a informação de que Helder Valin, que hoje preside o TCE, poderia tirar seu time de campo.
Não há, contudo, nenhuma manifestação por parte de Valin que corrobore essa hipótese. Mesmo assim, alguns nomes já são citados como substituto, entre eles o do deputado Célio Silveira.
Da mesma forma, uma vacância no TCM deve ser precedida da aposentadoria de algum dos conselheiros. Há quem diga que o próximo a deixar o órgão pode ser Joaquim de Castro ou Valcenôr Braz. Contudo, ambos negam a informação. “Só sairei quando completar 75 anos”, disse Castro, que hoje tem 68. Já Braz, que hoje tem 72, pode deixar o TCM somente em 2029, quando completa 75.
Na disputa pelo comando da Alego, como já adiantado pela coluna Bastidores, têm ganhado peso na disputa os deputados Issy Quinan (MDB), Virmondes Cruvinel (UB) e Talles Barreto (UB). Desses, Issy desponta como favorito (e é o mais ligado ao governador reeleito Daniel Vilela). No entanto, também estão no páreo Wilde Cambão (UB), Paulo do Vale (PSD), Wagner Neto (SD), Cairo Salim (MDB) e Lissauer Vieira (PL).
Já outros parlamentares, esse não eleitos, também podem ser acomodados em cargos, mas da administração estadual. Entre os cotados para serem chamados a ocupar uma pasta na gestão de Daniel Vilela estão Lincoln Tejota e Adib Elias. (T.P.)
O deputado conta com o apoio do MDB e tem a simpatia de Daniel Vilela. Persistem no páreo Virmondes Cruvinel, Talles Barreto, Wilde Cambão e Jamil Calife
Se, devido à impopularidade, o prefeito recuar, aí o candidato do PL poderá ser Carlinhos Canzi ou Maycon Tombini. Geneilton de Assis vai mal como gestor
O prefeito e o ex-prefeito tendem a não ficar no mesmo partido. Por ser prefeito e ter contribuído para reeleger o deputado estadual Jamil Calife, Velomar Rios deve ficar com o controle do MDB local
A Seinfra colide com a Goinfra, a Saneago e a Agehab. Parece ter muito poder, mas não tem nenhum. Por isso, tende a ser extinta. A questão das terras raras exige uma secretaria
O vereador de Goiás é cotado tanto para ir para a Câmara dos Deputados quanto para ocupar uma secretaria no governo de Daniel Vilela
A federação com o PRD será mantida. Duas federações e três partidos não atingiram as exigências da cláusula de barreira


